terça-feira, outubro 18, 2005
segunda-feira, outubro 17, 2005
Os irmãos de Alice

Segunda feira… bom dia para fazer o movie-update da semana. Desta vez estão em destaque dois filmes. “Alice” de Marcos Martins e “The Brothers Grimm” de Terry Gilliam.
Alice é a primeira longa metragem de um realizador que veio do mundo da publicidade e teve aqui uma estreia com enorme ressonância. Mário e Luisa são dois jovens pais cuja filha desapareceu. No meio da dor e desesperança, Mario recusa-se a desistir e mantem uma busca impossivel pela cidade de Lisboa. Nuno Lopes encabeça este elenco com um papel esforçado e a maior parte das vezes bem conseguido, apesar de estar a milhas de sub-aproveitada Beatriz Batarda. Marco Martins consegue atingir uma corda emocional e transpor para o ecrã as emoções mais cruas de quem sente um vazio inconsolável de uma perda imensa. Mas apesar de uma fotografia interessante e uma banda sonora claustrofóbica, Martins falha no desenvolvimento de uma narrativa minimamente consistente. O filme é inconsequente após um inicio promissor. Os personagens não evoluem e são redundantes, à exepção de Mario. A interacção com toda a gente é absolutamente indiferente, e temos a nitida sensação que tudo estaria na mesma se essas cenas fossem pura e simplesmente cortadas. O filme arrasta-se para o final, sem uma linha condutora, sem uma ideia forte, sem saber o que fazer da situação que criou de uma forma bastante emocional. Marco Martins parece demasiado preocupado em criar imagens visualmente bonitas e ambientes plácidos, sem conseguir sair dessa ratoeira. Precisa claramente de um bom escritor para superar a lacuna de um argumen
to fraco, que para além do mais se torna em alguns momentos bastante inverosimil.“The Brothers Grimm” é a ultima obra de Terry Gilliam. Este ex-Monty Python constroi uma fábula incrivel à volta da vida dos Irmãos Grimm, autores de alguns dos contos populares mais famosos de sempre, desde o Capuchinho Vermelho até Rapunzel. Nesta versão os irmãos são farsantes, que ganham a vida de credulidade das gentes das aldeias, caçando supostos monstros e bruxas na alemanha ocupada do século XVIII. Tudo se complica quando se deparam com uma floresta que está verdadeiramente amaldiçoada. A fita tem todas as personagens da nossa infância, bruxas, rainhas malditas, Haensel e Gretel, lobos maus e feitiços para todos os gostos, mas visto pelo olhar do louco Gilliam. Um conto incrivel, com humor que baste, mas com um toque de demência controlada a que o realizador já nos habituou. Uma agradável surpresa não tanto para miudos mas principalmente para aqueles que sempre conheceram as histórias originais.
sexta-feira, outubro 14, 2005
Desafio: inventar uma história com as palavras de outros blogs... foi isto que saiu...

Queria escrever pá! Porquê? Para parar para perceber! É que há dias fodidos, um tipo tem uma sensação de inadequação, como quem anda à deriva... sabes que nem tudo o que tem guelras está dentro de água! Não ligues, são os efeitos do alcool. Fui sair, só queria ir onde pudesse conversar. Ouvir a opinião de alguém, sobre alguma coisa, em algum momento. Fui a um sitio com musica demasiado alta. Tinha fome, pedi peixinhos da horta. Tavam péssimos. Protestei: Isto é serviço que se apresente? Responderam-me algo estúpido como: A culpa é do sistema! Apeteceu-me dizer: Desculpe estou sem cérebro! Mas calei-me. Olhe sirva-me antes um Jameson. Fiz um brinde a pessoas especiais e reparei em alguém que mandava um sorriso para mim. Para quem gosta de sonhar, estes pequenos nadas são um mar de sonhos! Avancei suave como Astor, porque Astor tem cuatro estaciones, e parei a 15 cm do sofá. Pus-lhe questões musicais ela respondeu coisa e tal. Perguntei de novo “Não tens opiniões sobre isso?” E ela “Yada, yada, yada!” Como não entendi nada disse-lhe “Levanta-te e GRITA!” e ela “You got to be your own dog!” – Era inglesa e nem tinha percebido! Não sei se há vento no mar ou o que se passou, mas dei uma queda quotidiana ali mesmo. Ela riu-se e enquanto se afastava deixou estas palavras: So you are human just like the others! Senti-me como um miudo envergonhado agarrado ao balão do João. Resolvi ir embora destroçado com os sonhos que andamos a ter... Mas sabes que há pequenos nadas que... Há saída encontrei uma rapariga aos berros “Apanhem o patife que...” e parou a chorar. Aproximei-me dela com imensas perguntas e ela”Pára! Não me interrogues! Diz...conversando...” Perguntei-lhe o que se tinha passado. Ela disse “Agora já posso responder..” – Tinham-lhe roubado a mala. “O mundo acabou!” suspirava. Tentei confortá-la “Calma, o mundo nunca parou, portanto não é agora que vamos iniciá-lo” Perguntei-lhe para onde ia. Disse-me que ia “Onde se fala ouve grita suspira sente. Onde somos seres humanos. Onde queremos viver. Onde queremos ser felizes!” Acompanhei-a a casa. Pareceu-me precisar de um ombro amigo. Quis dar continuidade à conversa. Falámos sobre tudo – Deus Séc XXI, a democacia, até que chegámos. Perguntei-lhe “Vai para que andar?” Ela apenas retorquiu “Amo a doida que há em mim!” Era a despedida. Conclui “A amizade é uma grande festa!” – “Bonito isso...” – “Li num livro...”
Voltei para casa e comecei o blog, queria marcar o meu estados de espirito, absurdices. Manter as conversas em .doc Espero não manter por muito tempo o blog em update. Foi uma noite de desilusão? Não... foram sopros d’improviso e temos que estar sempre prontos para onde a brisa nos levar...
quinta-feira, outubro 13, 2005
Sopros soltos 4...
Sopros soltos 3...
Sopros soltos 2...
Sopros soltos...
quarta-feira, outubro 12, 2005
O ataque do pó!

Ontem lá fui! Armado até aos dentes com todos os produtos de limpeza necessários, cheio de coragem e com a confiança de quem não sabia no que se ia meter! Eramos três... ela só uma... De certeza que tinhamos a situação controlada... Era dia da primeira limpeza profunda da casa!Chegámos de manhã, arrumámos as coisas e dividimos tarefas. Eu ficava encarregue do pó. Nada mais simples pensei, numa hora despacho o assunto! Oh doce ilusão, oh triste sina a minha! Só o quarto de vestir ocupou a manhã quase toda! Cada canto, cada gaveta e encaixe estavam absolutamente ocupados pelo pó! Tirei prateleiras e acessórios, nada foi deixado ao acaso, escadote para os locais inacessiveis e uma força de vontade inabalável. No fim estava orgulhoso de mim mesmo. Tinha vencido! Até que passei a mão... O horror! A tragédia! Parecia que estava na mesma! Usando uma inqualificável táctica de guerrilha, a sujidade tinha voltado para o sitio onde eu tinha acabado de limpar! Derrotado? NUNCA! Às armas camaradas! Que a luta continua, a vitória é certa e quem ri por último ri melhor!Segunda ronda e pouco depois o closet estava decente. Quase no fim julguei. A casa não está mobiliada e portanto não há onde o pó se esconder. ERRO! As portas! Meu Deus as portas! Verdadeiros campos de treino e ninhos de procriação onde o pó se esconde! Cada recanto, cada reentrância, o topo e os lados... ele avançava implacável! Há que ter força! Marche! É claro que o adversário era digno, principalmente com um pé direito de 3 metros e tal de altura! Mas nada que não se aguente.Next, a varanda! Aí comecei a achar que o mundo conspirava contra mim... Os desgraçados dos vizinhos têm o prédio em obras e o entulho passa para o meu lado. Luta inglória? Talvez, mas são essas as mais saborosas.Só faltava o chão... Mas... mas esperá lá... o que é aquilo? RODAPÉS!!!! Enormes! Com sujidade capaz de encher um caixão! Lá me pus de joelhos a rastejar pela casa toda, não havia maneira. Doia-me tudo, já tinha andado a comprar material necessário, a acartar com pesos 4 andares para cima e para baixo, a tratar da máquina da loiça, a arrumar coisas, e este combate parecia perdido! Comecei a tossir, os pulmões estavam prestes a rebentar. Tinha começado a minha epopeia havia sete horas até que... a tecnologia avançou! Aspirador ao ataque! Cada canto, cada rebordo, o chão inteiro! O pó dava-se por vencido, ouvia-se o seu grito no trepor de morte! Finalmente... ao fim de 8 horas de trabalho a casa começou a ter um aspecto decente... Apesar de ainda faltar espanar as paredes, limpar os vidros e dar mais um ataque (constante) ao pozito...Enfim... era para ir ao ginásio mas só me apetecia cama...
segunda-feira, outubro 10, 2005
O estrume

E passaram! Como se esperava os candidatos independentes às câmaras municipais venceram e com larga margem. Normalmente este seria um sinal de maturidade democrática, onde movimentos populares não originários nos partidos tomariam forma e dariam expressão aos desejos e anseios do povo, sem o espartilho da máquina partidária. O problema é que todos os independentes são renegados dos berços que lhes deram vida, e não por divergências programáticas, mas por não possuirem as condições minimas de ética e legitimidade para se candidatarem. Os nossos eleitos são os nossos representantes e, como tal, têm que estar acima de qualquer suspeita. Nos casos de ontem, não só são conhecidos demagógicos populistas com sérias dúvidas acerca da sua moralidade pessoal, como estão a braços com a justiça, com acusões bastante graves, que põem directamente em causa a capacidade de assumir um cargo público. Mas o voto deu-lhes a vitória. O preocupante é o motivo. Venceram as eleições não porque as pessoas acreditem que estão inocentes e injustamente acusados, mas porque as pessoas pura e simplesmente não querem saber! A lógica que diz "todos roubam mas este ao menos apresenta obra" é um sinal preocupante do estado da democracia em Portugal. O discurso vigente que acha que a corrupção é normal e aceitável, que a moralidade e os valores mais básicos não têm peso, que todos os politicos são farinha do mesmo saco, que o voto é de alguma forma indiferente, é o estrume onde germinam as ditaduras, é um sinal preocupante da vivência democrática nacional. Aliado a isto temos a quase deificação de alguns candidatos (vide as frases em Felgueiras ditas pelas pessoas na rua "É a nossa santinha!", "É a mãe de todos nós!") que transforma estes personagens em seres deveras perigosos. Felizmente estes pequenos vice-reis do seu burgo (onde Alberto João é referência primeira) ainda são apenas fenómenos de caciquismo local. Mas temo que seja uma questão de tempo até aparecer uma versão nacional de abutres da politica com este perfil.
Há que ter atenção ao desenvolvimento destes fenómenos, há que ter atenção à descrença no sistema democrático, muitas das ditaduras do último século tiveram origem no voto popular (como o caso alemão), há que não ter a ilusão que o estado das coisas não se altera...
Citando SG: "A democracia é o pior de todos os sistemas com excepção de todos os outros." e é preciso lutar por ela.
sábado, outubro 08, 2005
Noite de desilusão?

Ontem lá fui, carregado de materiais e ilusões, pronto para filmar a minha primeira curta. Sem meios técnicos, nem câmara decente, nem microfone, nem cenário, mas com o texto escrito e a inequívoca certeza daquilo que queria. O que me traiu não foi nenhum destes factores, mas sim o actor que escolhi para concretizar o meu projecto... eu! Erro de casting tremendo, não só fisicamente sou completamente errado para o personagem, como não tenho um décimo do talento necessário para aguentar um monólogo de dez minutos. Regressa o projecto ao papel, até arranjar quem tenho estofo para o fazer... Foi uma experiência de aprendizagem, o melhor é manter-me como escritor e quiçá um dia realizador, que cada qual de acordo com as suas capacidades... E mudou o rumo ao serão...
Há noites assim, planeia-se, organiza-se e de repente ela faz-nos o pino no meio da poeira e põe-nos a cabeça a andar à roda, num amanhecer inesperado por entre dores e sorrisos...
sexta-feira, outubro 07, 2005
O orgulho é o clitóris da alma...
quinta-feira, outubro 06, 2005
Quem querias conhecer?

Há uns dias ia tomar um copo com uma amiga e a ouvir o último cd de Goldfrapp. Ela disse-me que admirava a Alison Goldfrapp (vocalista do duo inglês) e que a achava uma pessoa completa. Não só talentosa, mas bonita, misteriosa, alguem que valia a pena conhecer.
Pus-me a pensar na diferença entre talento e a vontade de conhecer alguem. Isto é... pode-se olhar para uma pessoa de trinta maneiras diferentes. Lembrei-me de uma passagem de um filme onde uma rapariga pergunta às amigas: "Com quem gostavas de estar? Com o Denzel (Washington) ou com o Wesley (Snipes)?" resposta em uníssono "Denzel!" - "E com quem gostavas de passar a noite?" - "Wesley!!!"
Pus-me a divagagar (mal dos dias em que se tem pouco que fazer) em quem , das pessoas famosas que admiro, gostaria de conhecer pessoalmente, mesmo que não fossem famosos:
O tipo da foto (alguem me diz quem é?)
Tim Burton - a mente que produz aquilo só pode ser interessante
Michael Stype - um tipo que muito admiro, não só pelo seu talento mas pela sua postura social e politica
Christina Ricci - obviamente uma inadaptada
Cate Blanchett - não sei porquê tenho um fascinio pela senhora
Kate Winslet - parece-me uma tipa cheia de força e descomplexada em relação a si própria...
Johnny Depp - óbvio...
Slava (palhaço russo creio) - um criador daqueles só pode albergar uma alma gigantesca
Pessoa - decerto me abriria mundos para além dos mundos...
Kafka - o homem tinha problemas, muitos problemas, e conhecer a mente por detrás dos textos devia ser fascinante
Marylin Manson - é muito mais do que aparenta, muito mais que a pseudo-treta satânica...
Che - que dizer? Sentar-me e ouvir... apenas ouvir...
J.C. - a pessoa que mais mudou o mundo de certeza que tem algo de interessante para dizer ao vivo (mesmo não sendo crente)
Isto para dizer uma infima parte de todos...
Há no entanto outros tipos que admiro mas que se não fossem famosos não me despertavam a minima curiosidade (agora vão alguns exemplos de seguida só para ilustrar:
Scorsese (adoraria falar sobre os filmes mas...), Nicole Kidman (linda e excelente actriz, mas um pouco pretensiosa e arrogante), Russel Crowe, Dali, Saramago... só para nomear alguns.
A questão não é quem admiro, a questão é quem é que quereria ter lá em casa para jantar se os não conhecesse de lado nenhum...
E vocês? Quem gostariam de ter no vosso grupo de amigos?
quarta-feira, outubro 05, 2005
Repugnante!

Ontem tinha uma noite planeada de filmagens, mas acabou por ser uma bem diferente... de copos! No Bairro vários foram os pontos de passagem, os degraus de descanso e as pessoas encontradas. A conversa corria, nem sempre com nexo, mas constantemente divertida, digamos que o nivel de álcool nem permitiria outra coisa. Passagem pela cachupa (está aberta apesar de rumores em contrário que me chegaram aos ouvidos), conversa metida com outros elementos da noite, algum riso e até uma pequena dissertação à beira da estátua do Pessoa sobre o tema hetero/homossexualidade com uma rapariga de Peniche, nitidamente com uns copos a mais, os pés mais sujos que já vi e a frase exlclamativa "Ai meu Deus nunca tinha estado tão perto de um!!". Sinceramente só estando lá para ver, mas deu para mais uma ou duas gargalhadas. Destino seguinte: Oparte. Nunca lá estive, mas ouvi dizer bem, e havia lá mais pessoas para encontrar. Eram 5h30 da manhã e os 10€ de entrada foram o suficiente para nos fazer mudar de ideias. O dinheiro escasseia e a noite já tinha sido cara! De regresso ao carro passámos pelo Buddha Bar e pensámos em tentar entrar (mais uma estreia) caso não pedissem consumo mínimo. Nesse momento um puto, que não tinha mais de 17 anos, magrinho e com um ar franzino, saía acompanhado da namorada. Levava o copo distraidamente na mão e quando lhe chamaram a atenção para o facto voltou para trás para o pousar. Nesse momento um dos gorilas do sítio, uma besta que devia ser presa por uma trela começou a provocar o rapaz, a insultá-lo. E o miudo, ainda sem experiência nenhuma e a boca solta respondeu "Mas já devolvi, também não precisas de te armar em parvo!" Foi o pretexto que o animal queria, começou a espancar o puto sem apelo nem agravo enquanto o agarrava pela camisa. Eu e os dois amigos com quem estava ainda dissémos "Tenha lá calma, deixe lá o miudo, pronto já chega!", mas nada fizémos. Um monstro destes, capaz de atacar sem nexo nem barreiras alguem com metade do seu peso e um décimo da sua força, mete-me nojo! É absolutamente repugnante e deviam-lhe largar os cães em cima sem apelo nem agravo. O Buddha Bar passou a ser um sítio onde me recuso a pôr os pés depois de ter assistido áquilo. E o mais grave é que é a norma na noite de Lisboa. Cavalos impotentes que descarregam as suas frustrações em pessoas que não têm culpa das bestas quadradas que foram cuspidas neste mundo.
O que me repugna é também a inacção de quem assitiu a tudo, ou seja a nossa inacção. Não me mexi, não levantei um braço para ajudar o rapaz. Posso racionalizar o que quiser. Dizer que o tipo me desfazia, que não conhecia o miudo de lado nenhum, que se nós os três avançássemos os outros cinco gorilas que ali estavam e se riam da situação nos mandavam para o hospital. Posso justificar o que quiser. A verdade é que não nos mexemos e estávamos a meio metro daquilo. E a nossa cobardia é indesculpável...
terça-feira, outubro 04, 2005
Está pronta!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Finalmente! Quatro meses e dois dias depois a minha casa está pronta! Quer dizer... pronta pronta não estará... Há um pequeno pormenor na janela da cozinha que só vai ser tratado daqui a duas semanas, preciso de limpar a casa toda que está um nojo e mobilá-la... Mas que se lixe! Está pronta e prestes a ser ocupada. Não definitivamente, que a liquidez financeira não permite, mas uma transição gradual durante os próximos meses e (espera-se) em Abril próximo mudo-me de vez! Mas o importante é que está pronta, está lá e é minha!!!!
A casa está aberta a todos! Para os que querem conhecer, tomar café, pernoitar, passar umas férias em Lisboa, para as conversas e para o resto. É só telefonar. Quero ter aquilo cheio de gente e regularmente. Podem usar e abusar, que nunca tiva papas na lingua e quando estiverem a pisar o risco ponho-vos a andar sem problemas. Num próximo post devo publicar fotografias para quem não conhece.
Quarto andar sem elevador, na minha cidade, na cidade antiga, carregada de história, de vida, de uma mescla de gente e culturas, que pulsa energia em cada esquina. Ao lado do Terreiro do Paço, a duas ruas da Rua Augusta, a cinco minutos a pé do Rossio, do Chiado e a seis do Bairro Alto, é um refúgio para mim e para os meus. Sejam bem-vindos.







