Pequeno apontamento Chapitô - aula de segunda feira virada para o físico, trabalho de elasticidade, força, coordenação, ritmo e enfâse para o treino da voz. Regresso à música Deliciae Mae. (like anyone cares... lol)
terça-feira, dezembro 12, 2006
Música da Semana

Quando em 1996 Mark Oliver Everett, mais conhecido por Mr.E, lança o seu primeiro álbum com a nova banda Eels, após alguns álbuns a solo que tiveram pouca repercussão, estava longe de imaginar que uma das musicas do álbum Beautiful Freak, com o seu som depressivo e pessoal, faria parte da banda sonora de um dos maiores fenómenos de filmes de animação de sempre. A música era My Beloved Monster e o filme Shrek, aliás só este filme poria alguém como Eels numa história de fadas que é, verdade seja dita, já bastante retorcida. Uma das primeiras bandas distribuídas pela Dreamworks, teve também presente no filme de estreia de realizador Sam Mendes, o brilhante Beleza Americana, que é aqui uma escolha bastante mais óbvia (ambos os filmes, sublinhe-se, produzidos pela Dreamworks).
Banda de rock alternativo que sofreu mudanças constantes no seu alinhamento, é no seu fundador e cantor MR.E que tem a base, a inspiração e o sustento.
A música desta semana vem do álbum de estreia Beautiful Freak, que teve em Novocaine for the Soul um cativante single. Aqui fica o melancólico e melódico Flower
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Flushed Away

Se há uma marca em que aprendi a confiar no que toca a animação foi na Dreamworks, principalmente após o incontornável Shrek e respectiva sequela. O último filme a sair dos estúdios geridos pelo big boss himself Mr. Katzenberg (o mais bem pago executivo da indústria responsável pelo ressurgimento da Disney na década de 90 com êxitos como A Pequena Sereia, Aladino, A Bela e o Monstro ou Rei Leão) é uma comédia irreverente chamada Flushed Away (Por Água Abaixo). Conta a história de um hamster de estimação habituado à vida confortável do mundo do Topo, que é deitado pela sanita, indo descobrir um mundo de ratos que vivem no esgoto. Pelo caminho encontra uma bela e irreverente ratazana e um enorme sapo com um plano maquiavélico. A história desenrola-se a um ritmo vertiginoso, com reviravoltas e correrias, rãs e ratinhos, moral e mordácia, tudo numa hora e um quarto que passam demasiado depressa. Com um sentido de humor brilhante típico deste estúdio, contamos com uma pitada de non-sense a cargo de umas lesmas que aparecem sabe-se lá bem de onde para nos deixar de rastos com apontamentos inesperados. Técnicamente apurado como seria de esperar, tem um elenco de vozes impressionante de onde se destacam Hugh Jackman, Kate Winslet, Ian McKellen (fantástico vilão) e Jean Reno (no sofisticado Le Frog). Se bem que as piadas slapstick género casca de banana fazem as crianças delirar, são os pormenores que dão o suco para os adultos, num filme em que temos a sensação que em cada imagem, em cada frame há algures uma referência que provavelmente nos está a escapar.
Não é algo que fique para a História como um marco do cinema, mas é muito divertido, e por favor, visitem a versão original.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Transferência
"Se em palco tiverem que ter uma cena íntima com uma pessoa que mal conhecem, ou uma cena de ódio com um actor de quem gostam têm que fazer uma transferência." - ou seja para ter uma representação forte, verídica, é preciso imaginar alguém no corpo daquela pessoa, alguém que se coadune melhor à cena descrita de forma a sermos mais espontâneos, mais honestos. Ontem foi esse o ponto de ordem dos trabalhos, o início mais concreto da contracenação, com trabalho físico, toque, cheiro e não só imaginação. Foi uma experiência incrível, ver alguém à minha frente completamente de rastos, com uma entrega plena, total, de uma franqueza e honestidade extrema, que se abriu à sua dor sem reservas, deixando-me apenas a fútil tarefa de a tentar, inabilmente consolar. Não sei que efeito tiveram aqueles minutos nos outros, mas foi uma experiência única.
Voltámos no fim da aula a Strindberg e, mais uma vez, não li mais que duas frases. Tenho tido azar na distribuição dos papeis...
quarta-feira, dezembro 06, 2006
Vem Fábio Raul, vem ver a árvore, vamos lá fora, esta noite saímos Fábio Raul, esta noite levamos os miúdos, vem, por uma vez leva-me a algum lado, anda ver a noite iluminada, anda ver o verde e o azul, anda que eu visto uma saia bonita e um casaco comprido, anda comprar algodão doce, vem Fábio Raul, por mim. Este ano ela é ainda maior, onze metros maior, nota-se logo, vê-se logo por entre os sinos e as estrelas, sente-se na música e no cheiro a pipoca, está lá, rodeada de focos como se fosse uma discoteca, ou uma festa muito linda como aquelas das revistas. Anda Fábio Raul… tu achas que eu sou linda? Achas que eu podia aparecer na capa das revistas? Eu vou pôr aquela saia, aquela que tu gostas, e visto o casaco porque está frio, hoje saímos os quatro, passeamos pelas ruas da cidade como se fossemos uma família, como se ali vivêssemos no meio de tanta cor… Vem, tira-me daqui, liga o carro outra vez, mesmo que estejas cansado, mesmo que tenhas estado duas horas a conduzir, anda leva-me daqui. Fazemos uma peregrinação, já que não vamos a Fátima vamos à árvore, como tantos outros, como todos os outros, como aquelas filas enormes de gente que sai e vai guiada pela luz, como os reis magos pela estrela, vamos ver que é Natal, sentir que á Natal, o maior Natal da Europa, o maior Natal do Mundo. Vem Fábio Raul, se toda a gente vai, toda a gente não pode estar errada, eu vi na televisão, eu quero aparecer na televisão, sempre me disseram que eu tinha jeito, eu podia estar numa novela, eu podia ser famosa, eu podia ser ter o nome escrito em cores no céu!... Mas hoje vamos Fábio Raul, hoje vamos sair à noite, hoje vamos estar lá, onde tudo acontece, debaixo da árvore que se calhar tem um presentinho para mim, com aquele tamanho todo deve ter um presente para mim, é grande o suficiente para ter um presente para cada um de nós, para todos nós… E Deus sabe que nós precisamos de um presente… Vamos Fábio Raul… hoje vamos ser alguém…
(Eu odeio o raio da árvore de Natal e as decorações que são do mais bimbo que pode haver espalhadas pelas ruas da cidade.)
terça-feira, dezembro 05, 2006
Música da Semana
Quando em 1991 saiu o albúm Ten dos estreantes Pearl Jam eu tinha onze a caminho dos doze anos. Com os seus títulos seguintes Vs. e Vitalogy tornaram-se uma referência grunge e uma das grandes bandas da década. Quando em casa de dois irmãos meus amigos, um quatro anos mais velho que eu e outro dois anos mais novo, começou a tocar o Better Man, ouço o mais velho dizer que banda a sério eram os The Cure, que eu conhecia basicamente de nome e um ou dois clips que raramente passavam na televisão. Gerou-se ali uma pequena discussão sobre qual das bandas teria mais mérito, sem se chegar (como se esperava) a nenhuma conclusão, cada um convicto da defesa da sua dama. Na altura quatro anos fazia imensa diferença, ele tinha 12 anos quando saiu em 1986 The Head on the Door, considerado por muitos um dos melhores albuns de The Cure, banda de pop-rock alternativo inglesa que, após o êxito do seu single Boys Don't Cry em 1979, esteve no topo do mundo musical durante toda a década de 80.
Eu sei que a maioria de quem me lê não precisa de explicações sobre The Cure ou Pearl Jam. Mas estando eu a trabalhar no Chapitô com malta de 16 anos reparo que nasceram quando o Ten saiu, para os que, entre eles, conhecem Pearl Jam, acham que Eddie Vedder sempre teve o cabelo curto.
Dezasseis anos depois a diferença de idades já não se nota, quatro anos a mais não é nada, e já não preciso tomar partidos entre bandas, estilos ou épocas. Em honra a um regresso ao passado, meu e de muitos mais, aqui fica... Close to Me.
segunda-feira, dezembro 04, 2006
As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos

Em 1997, ainda na velhinha sala estúdio do S.Luiz onde estava sediada a Companhia Teatral do Chiado, fui ver As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos, a primeira peça que lá via sem o saudoso Mário Viegas. Fui a medo, foi para mim uma espécie de teste, saber se a companhia conseguia sobreviver ao seu fundador, mentor e actor principal, que era uma das figuras mais extraordinárias e carismáticas do teatro português. Não era tarefa fácil, a morte do Mário tinha abalado toda a gente e a sua marca era difícil de ultrapassar. João Carracedo, Manuel Mendes e Simão Rubim subiram a palco, num espectáculo que não foi inicialmente acolhido pelo público de braços abertos, e construíram, pelos seus próprios méritos, um êxito incontornável que (facto único na história do teatro nacional) se mantém há dez anos em cena.
Com a estreia a 24 de Novembro de 1996 em Portimão e depois a 28 de Novembro na sua casa no S.Luiz, a peça fez já 118 digressões e teve uma assistência de 156 mil espectadores (e trocos).
Dez anos volvidos (nove e qualquer coisa para ser mais preciso), voltei ao S.Luiz com um grupo alargado de amigos, para revisitar velhos conhecidos e saber como se aguenta este espectáculo uma década depois (agora de novo com o elenco original, ao fim de 5 mudanças). Este tempo todo mais tarde, continua com a mesma energia vibrante, a mesma força, a mesma garra e o mesmo entusiasmo que vi quando ainda tínhamos o Guterres como primeiro-ministro.
Um cenário simples (podia aliás nem ter nenhum) somos levados ao colo desde o primeiro minuto, num remoinho de loucura contagiante, onde o espectador tem muito mais que um papel passivo, pelas obras completas do mestre. O delírio é completo e as quase três horas de espectáculo (pois... não são nem de longe 97 minutos) passam a voar por entre Romeu e Julieta, Hamlet e Othelo como nunca os vimos antes. Como é apanágio desta companhia a dose de improviso é relevante e, como para tudo na vida, é preciso ter sorte no dia em que se assiste, porque se a peça vive muito do público que tem, vive também do bom humor e da inspiração dos seus actores naquela noite específica. Eu tive sorte neste regresso, a sintonia entre audiência e performers foi completa com especial destaque para a vedeta Simão Rubim. Para além de ser um actor incrível, que consegue pôr a sala de joelhos com um simples olhar (brilhante composição facial) tem também um timing cómico impecável.
Não entro em mais pormenores, mas fica aqui a recomendação, o pedido, a urgência de ir ver o show mais hilariante que está hoje em cena. A não perder.
Deixo a ferroada para o preço que... vá, não é convidativo (mas merecem). Seja como for há descontos vários e o melhor é sempre... perguntar na bilheteira.
Companhia Teatral do Chiado
Interpretação: João Carracedo, Manuel Mendes, Simão Rubim
Encenação: Juvenal Garcês
Texto: Jess Borgeson, Adam Long, Daniel Singer
Tradução: Célia Mendes
Domingos e Segundas às 21
Preço: 18,5 euros (existem diversos acordos, descontos e promoções, perguntar na bilheteira)
Teatro Estudio Mario Viegas
Largo do Picadeiro
1200-330 Lisboa
Bilheteira e Informações:
(351) 213 257 652
(351) 917 664 989
www.companhiateatraldochiado.pt
http://asobrascompletasdewilliamshakespeare.blogspot.com/
quinta-feira, novembro 30, 2006
The Illusionist
Com a quantidade insana de estreias semanais nas salas de cinema, tenho tentado fazer uma escolha criteriosa dos filmes a ver, dado que não consigo ir mais que uma ou duas vezes por semana às salas e estreiam cinco ou seis filmes. Esta situação tem as suas vantagens, há muito tempo que não vou ver um mau filme. Até ontem à noite. Não é que The Illusionist seja mau, é apenas... fraco.
Neil Burguer realiza aqui a sua segunda longa-metragem, a primeira tinha sido uma produção independente sobre um homem que afirmava ser o assassino de Kennedy, mas na verdade a película não deixou marcas. É portanto sem passado de valor que avança para esta adaptação de um conto de Steven Millhauser que aborda a relação entre um mago e uma condessa em Áustria no século XIX. O filme começa de forma prometedora, visualmente envolvente, tem um tom de cores fortes, mas gastas, como se fosse um filme mudo a cores, remetendo-nos para um imaginário fantástico um pouco irreal, que assiste a temática da fita. As insuficiências de Burguer começam a revelar-se quando utiliza desnecessária e abusivamente um narrador para fazer o filme avançar, em cinema a história, emoções e sensações não se dizem, mostram-se, e a utilização deste narrador denota, desde cedo, uma incapacidade para as contar.
Não conheço o conto, mas o argumento (adaptado pelo próprio Burguer) é tão fraco como a sua realização. Personagens bidimensionais, uma trama linear e um plot twist previsível (se bem que inacreditável, ainda não consegui perceber para quê aquele trabalho todo) fazem com que o tempo passe sem entrega, nem emoção e não deixe grande memória.
Na verdade não foi nem o realizador nem a história que me fizeram ir ver O Ilusionista, mas sim a dupla Edward Norton, Paul Giamatti. Se Paul Giamatti acaba por ser (bem como a fotografia e a cenografia do filme, com fantásticos décors Arte Nova) o único motivo para se gastar dinheiro e tempo aqui, o próprio Edward Norton acaba por ir na mediania de tudo o resto, sem apresentar uma performance digna daquilo que já mostrou, embora seja bom salientar que o seu personagem também não permite grandes veleidades. Fraquinha fraquinha é Jessica Biel, que não passa de um rosto e um corpo bonito.
No fim de contas o tempo passa sem incómodo de maior, mas se a curiosidade apertar o melhor é esperar pelo DVD.
quarta-feira, novembro 29, 2006
Mais um passo...
Escrever sobre as aulas de teatro num blog parece um exercício inútil. O interesse que tais relatos possam ter para quem não está presente é diminuto. No entanto, estes textos são para mim de uma importância fulcral no cimentar dos conhecimentos adquiridos e no reviver de experiências, num processo que se baseia exactamente na repetição como forma de aprendizagem. Por outro lado talvez exista alguém por aí com interesse em aulas de teatro, uma curiosidade que pode ver por aqui satisfeita e, quiçá, talvez iniciar a sua própria formação teatral.
Segunda-feira foi aula física, exercícios iniciais de alongamento e flexibilidade seguidos, comme d’habitude por um passeio pela sala onde tínhamos que encurtar ou alargar espaço entre os vários alunos. Em seguida fizemos um jogo de perseguição, escolhíamos alguém na sala que tínhamos que perseguir, sem no entanto sermos notados e utilizando sempre a visão periférica. O jogo do gato e do rato continuou até nos agruparmos em pares e olharmos um para o outro. Conhecermos o rosto, os contornos e nuances, descobrirmos qual dos olhos é o mais brilhante e aí desfocarmos a visão. Essa imagem desfocada, distorcida depois de gravada na mente tinha que ser “reproduzida” no corpo. O que é que sentimos ao olhar para ela, quem vimos, o que vimos, como? Tudo isso tinha que ser reproduzido depois fisicamente, no gesto, no corpo, no andar.
Voltamos ao texto, a uma música em Latim que estamos a aprender desde a última aula. Desta vez o que interessava não era tanto a música mas o texto traduzido, o seu significado. Uma vez mais com a memória emotiva a trabalhar, lembrarmo-nos de alguém que a quem tenhamos desiludido e lemos o texto a essa pessoa, alguém que nos desiludiu e, por fim, alguém com quem tenha acontecido ambas as coisas. O que torna as coisas interessantes é que o texto fala de alguém que se despede de alguém morto com palavras como “As minhas lágrimas lavarão o teu corpo uma última vez”, ou seja, à primeira vista desilusão não seria o sentimento dominante. É isso que pode dar uma interpretação densa, a complexidade de sentimentos demonstrada.
Para relaxar a aula acabou com canto e dança, partes integrantes da formação de um actor.
Mais um passo…
terça-feira, novembro 28, 2006
Música da Semana
O espectáculo de Bruno Schiappa é de dificil definição. É uma revisita a músicas, textos e temas universais, interpretados vocal e fisicamente por Schiappa, acompanhado por Pedro Fontainhas ao piano. A escolha de reportório é excelente, de textos de Brecht, à musica de Brel, Piaf, Zeca Afonso ou José Mario Branco, somos acompanhados durante uma hora por sons e palavras verdadeiramente imortais.
A música desta semana é de Edith Piaf, cantora e icone francês, transcendeu a sua origem tornando-se numa referência universal. É uma das músicas presentes no espectáculo que, depois do Santiago Alquimista, vai estar no Teatro da Trindade, domingo dia 3 de dezembro às 18 horas.
Vale a pena a visita.
"Trata-se de um espectáculo em tom cabarético que remete para o cabaret alemão dos anos 30 e no qual traço um retrato do ser humano através de canções e poesia." - Bruno Schiappa
Bilhetes à Venda: Teatro da Trindade 3ª 14h-18h e 4ª a Sábado 14h-20h Fnac Lojas Abreu Ag. Alvalade www.ticketline.sapo.pt
Informações/Reservas: Teatro da Trindade 213 420 000 Ticketline 707 234 234
http://teatrotrindade.inatel.pt
Bilhetes: 12 euros; descontos de 30% para jovens até aos 25 anos; séniores; grupos de 10 ou mais pessoas e sócios do Inatel.
segunda-feira, novembro 27, 2006
Children of Men
Em 2027 os seres humanos perderam a capacidade de se reproduzir. O Homem mais novo do mundo acaba de morrer com 18 anos e com ele a pouca esperança existente. Sem crianças não há futuro, sem futuro não há esperança. É para este bizarro mundo pré-apocaliptico que Children of Men (Os Filhos do Homem) nos transporta.
É dificil catalogar este último trabalho de Alfonso Cuarón que depois do aclamado Y Tu Mamá También, deu o salto para o main stream american com Harry Potter and the Prisioner of Azkhaban (o título mais negro da série). Se estamos perante um thriller futurista e um filme de acção, estamos tambem perante uma reflexão de sérios problemas actuais (a exclusão social, xenofobia) e um drama humano de alguem que tem nas mãos uma mulher que incrivelmente está grávida e que pode ter nas mãos o futuro da Humanidade.
Visualmente envolvente, num tom cinzento de lenta decadência, Cuarón consegue alguns momentos de uma estéticamente belos conseguindo um filme emocional, encontrando um equilibrio ao longo de toda a história, que nos transporta da primeira à última cena.
Com um Clive Owen, seguro como é seu hábito, à frente de um elenco que não compromete este é um filme que não se deve deixar passar ao largo no turbilhão de inúmeras estreias que invadem o mercado nacional todas as semanas.
Em Lisboa já só está no Alvaláxia às 19h20 e no Porto em poucos mais horários se encontra. Tudo indica para que apenas esteja em cartaz até quinta feira. Vale a pena aproveitar estes últimos três dias para o vêr.
