quinta-feira, abril 19, 2007
Indie Lisboa 2007
quarta-feira, abril 18, 2007
Eye Movement Desensitization and Reprocessing
O povo em marcha!
Quando as forças da reacção falam, dão direito a um contra-golpe, que tem consequências, que extravazam e chegam ao expoente máximo com o povo na rua! Ajudem-nos nesta batalha!
Força camaradas!
(aqui o link já funciona!)
Sergio Leone Rules! Petition
Achas para a fogueira 2
O Marques Mendes afinal é advogado e o Socrates fez o curso por favor.
A última eu já sabia, quanto à primeira... fui mal informado. Queria abrir uma comissão parlamentar de inquérito para investigar estes erros na blogosfera.
(esta gente que nem sequer confirma as fontes... humpf... blogueiros... humpf... bloguistas... humpf!)
terça-feira, abril 17, 2007
Citações
Sopro do género O grande saco dos indefinidos, Sopros da 7ª Arte
Soprado por MPR às 13:17
Música da Semana... e video
Quem seja assíduo aqui no Sopros sabe que Sérgio Godinho é uma presença regular. Desde o lançamento de Ligação Directa, o seu último trabalho, que tenho estado a querer por aqui uma música desse album. Só Neste País foi a minha escolha, não só por ser a minha canção favorita do cd, mas também porque fala de uma das coisas que mais me irrita... neste país, que é o discurso do pobrezinho, do "lá fora é que é, cá dentro não se faz nada". Mas desde que soube que este é o último single e que foi realizado pelo meu amigo André, tornou-se na única música que aqui podia estar.
Só mesmo neste país...
segunda-feira, abril 16, 2007
Achas para a fogueira...

Não desculpa, nem justifica, nem explica coisa nenhuma. Mas é interessante que este advogado não tenha o nome na Ordem... Para justiceiro... vai mal...
300
Não sou fã de Frank Miller. Nunca liguei muito a graphic novels, e sou dos poucos que não gostou de Sin City (nem um bocadinho). Quando parti para este 300 ia de pé atrás, a única coisa que vi do realizador Zack Snyder foi o remake de Dawn of the Dead, o que não me deixava com grandes perspectivas, e o trailer anúnciava um festim visual estilizado, mas pouco mais. As críticas em Portugal eram do pior, ou seja tudo indicava um fracasso.
Gostei do filme. Sem mais. Não percebo o porquê de tanta controvérsia. Visualmente é fiel ao original, é envolvente, estimulante, divertido. É um bom filme de acção, com todos os elementos para funcionar, e funciona. Não é brilhante, claro que não, não é um marco na história do cinema, mas faz passar bem o tempo e é, em última análise, divertido. Chegaram ao extremo de lhe chamar fascista, li inclusivé comparações a Leni Riefenstahl, que são não só abusivas, despropositadas, mas completamente descabidas. O filme não tem o peso, ou a força ideológica, não defende ideais nazis nem fascistas. É um filme pipoca, ao estilo video-clip, mas melhor do que a norma nestes casos.
Outra crítica que ouvi foi a imprecisão histórica do filme. Sejamos realistas. Este não é um filme histórico, é uma adaptação de uma BD, nada mais, e se alguém espera saber algo sobre a Batalha das Termópilas, ou sobre a vida e cultura espartana (ou persa), está óbviamente á procura no lado errado. É como entrar numa pizzaria e queixar-se que a sua carta de vinhos é fraca. Devemos procurar as coisas nos seus sítios.
Foram feitas também ligações exageradas entre a representação dos persas e os iraquianos, ou os iranianos, mas parece-me que Miller em 1998, quando desenhou 300, não fizesse puto de ideia que 5 anos mais tarde os EUA entrariam em guerra com o Iraque.
Não vale a pena encontrar sentidos onde eles não existem, muito menos num blockbuster no-brains como este.
É um filme de acção, é interessante e pronto.
sexta-feira, abril 13, 2007
Man of the Year
Barry Levinson não acredita no sistema democrático americano. O realizador de Wag the Dog, volta à carga com esta comédia satírica O Homem do Ano. Junta-se pela terceira vez com Robin Williams, que faz o papel de um comediante que resolve candidatar-se à presidência dos EUA e, por causa de um erro informático, ganha. No fundo este filme tem duas partes bem distintas, a primeira é apenas um palco para Robin Williams brilhar, com o seu génio cómico já conhecido, e a segunda que ganha um tom um pouco mais sério, com pequenos toques de thriller político, onde a mentira, a chantagem e o lado mais sujo do mundo empresarial se mostram.
quinta-feira, abril 12, 2007
O regresso!
Mais de duas semanas depois voltaram os ensaios. É incrivel a falta que me faz, que curiosamente se nota ainda mais depois de estar na aula. A companhia, brincadeira, interacção com os outros, a conversa e o riso, tudo isso me faz falta, e principalmente a liberdade, a emotividade, o turbilhão de sensações que representar me dá.
quarta-feira, abril 11, 2007
The Killing Machine
Dois nomes que espero reencontrar...







