Música da Semana
Bom bom bom... música de Verão...A minha escolha para esta semana não é de Verão, nem de Inverno, é uma ode louca composta por Goran Bregovic, famoso pelas suas colaborações com Emir Kusturica.
Directo de Underground, Kalasnjikov!
Bom bom bom... música de Verão...A minha escolha para esta semana não é de Verão, nem de Inverno, é uma ode louca composta por Goran Bregovic, famoso pelas suas colaborações com Emir Kusturica.
Directo de Underground, Kalasnjikov!
Quarta passada tivemos o segundo ensaio de leitura n'Os Hipócritas, ambiente descontraido numa esplanada, esteve a equipa quase toda. Foi a segunda vez que nos juntámos e a última até Setembro. Correu bem, estive mais descontraído, mais à vontade, e lentamente vou-me integrando no grupo. Todos os actores vão ter um papel. Somos dez, dos quais sete são excelentes papeis. Acredito imenso neste projecto, quanto mais não seja porque os textos de origem são muito bons.
Agora férias, em Setembro devo fazer dois workshops de voz e leitura de texto dramático, área que preciso aperfeiçoar.
Estou-lhe a tomar de novo o gosto...
Para quem, como eu, cresceu com uma série que sempre foi pautada pela sua irreverência e humor mordaz, a chegada ao cinema do filme dos Simpsons revestiu-se de enorme expectativa.
A Raquel lançou-me o isco, aqui vai então a lista dos 5 últimos livros que li:
Neste momento estou a ler Plays: Two (True West, Buried Child, Curse of the Starving Class, The Tooth of Crime, La Turista, Tongues, Savage/Love) de Sam Shepard, Ed Faber & Faber.
Como normalmente, as respondo aos desafios mas raramento os contínuo, quem quiser pegue na ideia...
Sopro do género E o resto é cultura, Pessoalidades
Soprado por MPR às 09:46
Continua a senda do Verão. No dia em que as temperaturas desceram para niveis mais perto do aceitável, após uns dias abrasadores.
Em termos de músicas de rádio, para descontrair e chamar a boa disposição, Corinne Bailey Rae é uma favortita. Já cá esteve a rodar, mas nesta época vai voltar para mais uma voltinha... Put Your Records On...
Seguindo a histeria que rodeou o lançamento do sétimo e último(?) livro da saga de Harry Potter, chegou às salas de cinema o quinto filme, Harry Potter e a Ordem da Fénix.
Nunca fui fã da série, vi o primeiro por curiosidade, bocejei o filme inteiro, o segundo passei. Com Alfonso Cuaron ao leme de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, o terceiro filme, pensei que pudesse ganhar um novo fôlego, enganei-me. Deixei o quarto filme passar ao largo. Neste quinto foi o trailer que me cativou.
Por cada Harry Potter que vejo deixo um por ver, deve-se à desilusão com que sempre saio da sala de cinema. Este não foge à regra.
Não que seja particularmente chato, ou que tenha falhas de maior. Os cenários e efeitos especiais são impressionantes, e tem um elenco de peso, se pensarmos nos adultos. No entanto fico sempre com uma sensação de tanto-faz, que as acções são inconsequentes, que no meio de monstros e feiticeiros, baralha e volta a dar e fica tudo na mesma.
Para os fãs será sem dúvida uma delicia, está a ser um êxito colossal como os demais, mas para os outros pouco mais fica que duas horas e meia protegidos do calor numa sala com ar condicionado.
São só meia dúzia de dias, mas a pausa é necessária. Descanso e Sol com um ou dois mergulhos se o tempo o permitir são a receita para o resto da semana. Volto na segunda. Até lá, não vejo melhor companhia que Vinicius e Toquinho, Tarde em Itapoã...
Quentin Tarantino e Robert Rodriguez juntaram-se para fazer Grindhouse, dois filmes que para serem exibidos em sessão dupla, com apresentações falsas pelo meio, de forma a replicar as sessões de exploitation movies comuns nos anos 70. O projecto avançou assim nos EUA, mas para a Europa, por motivos comerciais, dividiram os filmes para os exibir separadamente. Death Proof é a parte de Tarantino neste projecto, que nos chega com mais 25 minutos do que a versão americana.
Cá está ela, há muito que queria dar um toque pessoal ao blog, que o identificasse mais comigo, com quem sou e o que quero aqui dizer. Chegou agora, está lá em cima, em cinzento, comigo a olhar directamente para cada um de vós. Se este é um projecto meu, quem melhor para fazer o design deste banner do que uma certa menina trapezista que deu o salto sem rede de partilhar a vida comigo?
Obrigado, é mesmo o que queria, simples, pessoal, único.
Um sorriso...
Lawrence Kasdan é um realizador capaz do melhor e do pior. Tentou sem grande sucesso dois westerns, Wyatt Earp era um bocejo, já Silverado era, pelo menos, divertido, arriscou-se nas comédias com banais I Love You to Death e French Kiss, mas foi nos invulgares Grand Canyon e Accidental Tourist, dramas de sabor agri-doce, que se revelou mais eficaz. O seu filho Jon Kasdan, estreia-se nas lides do pai com este In the Land of Women, uma história de afectos e relações, construída sob a égide da simplicidade, mas que tem um fundo mais complexo e interessante do que à primeira vista aparenta.
Um jovem argumentista de filmes soft-core é abandonado pela namorada, resolvendo ir passar uns tempos com a avó para por a cabeça em ordem e quiçá começar a escrever um projecto que há muito tem em mente. No caminho cruza-se com a familia disfuncional que vive em frente à sua avó (senil).
No Mundo das Mulheres é o filme ideal para se ver num fim de semana à tarde, leve, bem intencionado, capaz de abordar temas dificeis sem clichés, mas também sem os aprofundar demasiado. Num mundo de abandonos e falta de afectos, dá um toque de esperança, uma hipótese de reencontro e final feliz (dentro do possivel).
É uma estreia promissora, capaz, competente, mostra um realizador que pode ter futuro, se não se perder no mundo das comédias românticas sem sentido. A ver, com um sorriso, e espirito leve...