sexta-feira, junho 15, 2007

Pirates of the Caribbean: At World's End

A terceira parte da história que começou em 2003 com Pirates of the Caribbean: The Curse of the Black Pearl, chegou agora às salas de cinema. Com Gore Verbinski ao leme e sob a batuta do produtor Jerry Bruckheimer, marca o regresso de Johnny Depp, Orlando Bloom, Keira Knightley e sus muchachos, numa das séries mais rentáveis de sempre, que se transformou numa gigantesca cash-cow para a Disney.
Desta vez os piratas juntam-se todos contra a poderosa Companhia das Indias e o temivel navio do "polvo" Davy Jones, com feitiços, traições e deusas à mistura. Para tal é preciso resgatar o famoso Jack Sparrow das garras da morte.
A primeira coisa que salta à vista são os incriveis valores de produção, o cheque de 300 milhões de dólares foi bem gasto, numa fita de três horas carregada de efeitos especiais que, coisa rara, ainda conseguem espantar. A parafernália de cenários, fatos e efeitos visuais são realmente impressionantes.
A pandilha está de volta, e quem tenha visto os outros dois filmes vai-se sentir em casa. No entanto a história nem sempre faz grande sentido, reinando uma sensação de tanto-faz que pode por vezes tornar-se um pouco irritante. Mortos, vivos, mortos-vivos, deuses e feitiços misturam-se numa salgalhada sem grande ponta por onde se lhe pegue.
A grande vantagem é que, ao fim ao cabo, ainda diverte. Tem momentos de humor bem conseguidos, as cenas de acção são entusiasmantes e realmente acabamos por querer saber o que acontece áquela gente.
Melhor que o segundo título terrivelmente desapontante, Piratas das Caraíbas - No Fim do Mundo não chega no entanto aos calcanhares do primeiro filme. Os fãs da série não darão seja como for o tempo por mal empregue.

3 comentários:

polegar disse...

o que me fartei de rir com os teus termos técnicos... "cash cow" remete-me para outras paragens... ;)))

deep disse...

Acho que não vou ver... apesar da tua crítica positiva, apesar do Depp...

Boa semana. :)

particula-RG disse...

Nunca vi... Nem sei bem porquê...