sexta-feira, março 17, 2006

Com alguma pressa para almoçar, tinha acabado de estacionar o carro, quando uma velhota se dirige a mim e diz :

"Olá como está? Sou a avó da Ana Rita"
"Ah... então e como está ela?"
"Já se casou, faz agora um ano..."
"Mas que bem..."
"Então e o senhor? Ainda não se casou?"
"Pois ainda não..."
"Mas tem que se casar, não vai querer chegar à minha idade sozinho..."
"pois é pois é..."
"Então boa tarde..."
"Boa tarde... e beijinhos à Ana Rita..."

O meu único problema é... mas quem raio é a Ana Rita de que a senhora estava a falar???

4 comentários:

Catarina disse...

Ahahahah... genial
A mim já me aconteceu foi uma miúda dizer a amigos meus que me via todos os dias no ISCTE e que era eu de certeza porque até falava comigo. Ora eu só vi a rapariga uma vez na minha vida (sinceramente nem me lembro da cara dela) e não foi no ISCTE sequer :| Aliás eu devo ter ido ao ISCTE duas vezes na minha vida. Devo ter uma sósia a andar por aí... Provavelmente tu também :P

deep disse...

Quando vivi no Porto, havia numa casa do outro lado da rua uma rapariga que, a alguma distância, confundiam frequentemente comigo e houve que corresse atrás de mim a chamar pelo nome dela. Acredita, a primeira vez que a vi, fiquei um pouquinho perturbada...
Tem um óptimo fim-de-semana!

astor disse...

já se casou?
xiiiii.
uma pena.

peixinho da horta disse...

Uma boa dose de simpatia pode deixar alguém feliz, ainda que não nos apercebamos disso. Dois dedos de conversa com uma velhota ainda que não conheçamos de quem raio se fala não é excepção.

Boa!